Não dá para controlar o futuro, mas dá para se preparar. Com a instabilidade crescente no Brasil — seja na economia, na política ou no sistema tributário — buscar alternativas fora do país deixou de ser um plano distante para se tornar uma estratégia real. E nesse cenário, o Panamá aparece como uma das opções mais inteligentes para quem deseja liberdade financeira, segurança e mobilidade internacional. Agora, com sua entrada como membro associado do Mercosul, o caminho ficou ainda mais acessível para brasileiros que buscam um novo ponto de apoio fora do Brasil.
Esse novo vínculo facilita a mobilidade entre os países da região e tende a impulsionar acordos econômicos e ajustes migratórios. Tudo isso coloca o Panamá como uma porta de entrada atrativa para quem busca liberdade fiscal, estabilidade e acesso ao sistema financeiro global.
Francisco Litvay, fundador da Settee International — consultoria que já ajudou centenas de brasileiros a se estabelecerem fora do país — explica por que agora é uma boa hora para considerar o Panamá: “A combinação entre regras claras, economia aberta e migração facilitada torna o país especialmente interessante para quem atua de forma internacional. Com o Mercosul, o caminho ficou ainda mais acessível”, destaca.
Uma residência oficial, sem precisar mudar de país
Um dos principais diferenciais do Panamá é a flexibilidade. Diferente de outros destinos, ele permite que você tenha residência permanente mesmo sem viver por lá o tempo todo. Na prática, basta pisar no país por um dia a cada dois anos para manter sua residência ativa e válida.
Para brasileiros, o caminho mais comum é o Visto de Nações Amigas, que concede residência temporária de dois anos e pode ser convertida em permanente. O processo é direto: o interessado pode optar por abrir uma empresa no Panamá, comprar um imóvel a partir de US$ 200 mil ou fazer um depósito bancário em prazo fixo. Com os documentos certos — como passaporte, antecedentes criminais e comprovante financeiro — já é possível dar entrada no pedido em uma viagem de cerca de duas semanas ao país. Após esse primeiro passo, a emissão da residência provisória ocorre rapidamente, e basta retornar ao Panamá antes do vencimento do prazo para convertê-la em residência permanente. A manutenção também é simples: basta permanecer um dia no país a cada dois anos.
A residência via Mercosul é a última novidade, que permite obter a residência apenas com comprovante de antecedentes criminais e de nascimento, que deve ser disponibilizada ainda em 2025.

Liberdade fiscal para quem fatura no exterior
O sistema tributário do Panamá funciona no modelo territorial. Isso significa que apenas os rendimentos gerados dentro do país são tributados. Se você presta serviços para o exterior, trabalha online, investe ou tem um negócio fora, sua renda fica isenta de impostos locais. Enquanto o Brasil tributa inclusive os ganhos obtidos no exterior, o Panamá oferece uma alternativa clara para quem deseja faturar fora do país com paz fiscal.
Esse ponto é decisivo para quem quer reduzir legalmente a carga tributária, sem abrir mão da segurança jurídica. Ao se tornar residente permanente, você passa a ter o Panamá como seu domicílio fiscal — o que contribui para afastar vínculos com sistemas mais exigentes, como o brasileiro.
Francisco reforça: “Mesmo morando no Brasil ou em outro país, você pode manter uma estrutura fiscal clara e funcional no Panamá. É tudo legal, transparente e sem sustos.”
Fácil acesso, estrutura moderna e custo de vida equilibrado
Outro ponto que joga a favor do Panamá é a conectividade. Há voos diretos saindo de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, com duração média de 6 a 7 horas até a Cidade do Panamá. Isso facilita deslocamentos rápidos, sejam por trabalho, turismo ou exigências documentais, sem a necessidade de longas conexões.
A estrutura do país também é um atrativo. O Panamá é dolarizado, o que oferece proteção contra a desvalorização cambial e facilita transações internacionais — um diferencial importante para quem lida com clientes ou investimentos fora. Além disso, o país tem um sistema bancário sólido, é considerado um hub financeiro entre as Américas e está entre os poucos da região que permitem abertura de contas cripto friendly. A legalização de empresas, abertura de contas e outros trâmites costuma ser simples e eficiente.
Fora da capital, o custo de vida pode ser até 30% mais baixo do que em cidades como São Paulo e Rio. Em regiões menores ou mais afastadas, dá para manter uma boa qualidade de vida com menos despesas, sem abrir mão de infraestrutura e serviços essenciais. Além disso, o idioma oficial é o espanhol, o que pode ser uma vantagem para brasileiros, já que é relativamente fácil de entender e aprender — facilitando desde o dia a dia até trâmites com instituições locais.
Como a Settee ajuda em cada etapa
A Settee International acompanha de perto todo o processo de quem quer se estruturar no Panamá — desde a preparação da documentação até a abertura de empresa, conta bancária e planejamento fiscal. Tudo com suporte local e foco na eficiência.
“A gente simplifica. Cuidamos dos trâmites para que o cliente tenha mais tempo e liberdade para focar no que realmente importa”, comenta Francisco.
Quer descobrir se o Panamá combina com o seu momento de vida? Acesse www.settee.io/residencia-no-panama e siga @setteeio nas redes sociais para saber mais.